Lápide do finito

De mãos dadas, eu espero o fim.
Fim que será um novo começo.
Começo de um novo fim!
Brumas e espantos á toa você constrói seu infinito.
No dia, mais que dia,
que num instante a luz
que vicia se transformará em prantos e levará seus encantos.
Você não saberá e cantarás as reprises destes contos.
Vivendo sem saber, que tudo, afinal, é para sempre.

 

Deixe um comentário

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

search previous next tag category expand menu location phone mail time cart zoom edit close